mínimo

O projeto mínimo, começou em isolamento, com a galeria de foto-poemas, práticas de [auto]origami, registrando as tentativas de um corpo de caber em si, em seu confinamento pandêmico entre 4 paredes, e da própria pele, ou do próprio ser, que entra em ebulição, dentro de uma condensação impossível de alcançar.

 

Em seguida, com a ocupação ou desocupação do corpo em novos espaços, os registros foram mudando de cadência e tônus, para dar origem ao retratos para uma extinção, que vem sendo uma continuidade dessa primeira galeria, agora com a motivação de desocupar-se, desabitar-se, desaparecer, quiçá, esquecer de si.

 
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retratos para uma extinção
 
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práticas de [auto]origami