azul caixão
JUL
uma ilha não é um fóssil
uma ilha não é um fóssil é um livro composto por linguagens que se atravessam em suplemento. A beleza e a aridez das imagens causam fricção nas palavras tão bem trabalhadas pela autora. O livro explora diferentes eixos, como a extinção, os vestígios, a vida de objetos inanimados, ausência, a compostagem do corpo, a reanimalização deste corpo, a permanência versus a transitoriedade, os limites entre fronteiras e o caminho depois do fim, ou ao menos de um fim.
Jul nos apresenta uma escrita com tessitura híbrida que passeia pela simples anotação, pelo fragmento, unindo elementos da poesia e da ficção contemporânea. Ainda nos apresenta uma série de fotografias, que, em consonância com as palavras, se torna um elemento narrativo essencial da obra.




